Às vezes eu acredito em contos de fadas... Naquele maldito final feliz, na aparição do príncipe encantado e na felicidade eterna! Mas de repente me dou conta que vivo na realidade. Na roda-gigante da vida, que no meu caso, quase sempre nunca consegue ficar muito tempo em seu topo. Logo quando atinjo o lugar mais alto da roda-gigante, o sorriso começa a ser estampado, ela continua a girar me levando para a escuridão. Às vezes me pergunto se isso é azar? Obra do destino. Uma forma de me matar aos poucos, já que nunca conheci alguém que viveu em meio às tristezas. Mas quando esse pensamento vem à tona, a luz surge, a felicidade reaparece, por um curto prazo, mas ela está ali. Os pensamentos somem não há questionamento, não há solidão. A roda-gigante está na sua posição mais linda. Nesse momento começo a sorrir, começo a acreditar que tudo vai melhorar que vou conseguir viver meu conto de fadas... Não é eternamente assim. Num movimento continuo, girando e girando, me matando e me revivendo...
Eu queria ter um minuto de poder e quebrar essa roda, acabar com seu movimento, mas tenho medo do que possa acontecer. Ela pode parar na parte escura e eu nunca mais eu iria conseguir sair de lá. Mas ela pode parar no ponto mais alto e eu posso ser feliz.
Sem saber tenho medo de interferir esse movimento e acabar deixando de existir. Talvez seja mais fácil viver cada ponto, o mais alto e o mais baixo, como se essa roda fosse um dia parar ( eu sei que ela vai). Mas não é sempre que tenho esses pensamentos. Às vezes eu só consigo pensar numa forma de fazer esses momentos passarem ou serem eternos e esqueço de vive-los.
Mas como o ser humano tolo que sou, vou vivendo minha vida miserável, com meus altos e baixo, choros e sorriso, sonhando e desacreditando, morrendo e revivendo...
Não adianta querer mudar tudo, as vezes temos que aceitar e seguir em frente como uma roda-gigante.
foto editada por: Jullie Welter-DIVA.
Eu queria ter um minuto de poder e quebrar essa roda, acabar com seu movimento, mas tenho medo do que possa acontecer. Ela pode parar na parte escura e eu nunca mais eu iria conseguir sair de lá. Mas ela pode parar no ponto mais alto e eu posso ser feliz.
Sem saber tenho medo de interferir esse movimento e acabar deixando de existir. Talvez seja mais fácil viver cada ponto, o mais alto e o mais baixo, como se essa roda fosse um dia parar ( eu sei que ela vai). Mas não é sempre que tenho esses pensamentos. Às vezes eu só consigo pensar numa forma de fazer esses momentos passarem ou serem eternos e esqueço de vive-los.
Mas como o ser humano tolo que sou, vou vivendo minha vida miserável, com meus altos e baixo, choros e sorriso, sonhando e desacreditando, morrendo e revivendo...
Não adianta querer mudar tudo, as vezes temos que aceitar e seguir em frente como uma roda-gigante.

que lindo o texto *-*
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